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Cordialmente Grupo Carmin.



Escrito por Teatro na Cidade. às 14h45
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Pobres de Marré selecionado para o edital de ocupação dos espaços CCBNBs

Foto: Léo Antunes

 

Essa semana nós do Grupo Carmin recebemos uma ótima notícia, fomos selecionados com o nosso espetáculo Pobres de Marré para o edital de programação dos CCBNBs (Centros Culturais do Banco do Nordeste) nas cidades de Sousa na Paraíba e Cariri e Fortaleza no Ceará. É muito bom saber que nosso trabalho rende frutos pras bandas do Ceará (é a terceira vez que voltamos a esse estado com Pobres de Marré) e é uma alegria saber que vamos pisar pela primeira vez em solo paraibano.

Nosso caminho é só sertão e pé na estrada.

Quero deixar meus parabéns também a todos os potiguares que foram selecionados por esse edital. Marco França dos Clowns de shakespeare, Isaque Galvão, Grupo Kamba e mais uns dois outros grupos que infelizmente não me recordo o nome agora.  

 



Escrito por Teatro na Cidade. às 17h59
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Festival Pernambuco Nação Cultural e viagens pelo nosso interior.

 Pobres de Marré em Pernambuco e interior do RN

Dia 09 de agosto fizemos nossa primeira apresentação no estado de Pernambuco. Levamos Pobres de Marré para a 8ª Festa da Renascença na cidade de Pesqueira, a festa esse ano estava dentro da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural promovido pela Fundarpe

Ainda em agosto nos apresentamos na Casa de Cultura de Goianinha/RN. Na ocasião propomos um bate papo logo após o espetáculo e foi muito bacana conversar e saber a realidade dos fazedores de teatro e de cultura daquela cidade.

Em setembro fomos para Macau, aniversário do teatro Porto de Ama. Um convite do diretor Vécio Lisboa. Em Macau fomos super bem recebidos pela população local e em especial por Francisca, nossa anja.

É muito bacana perceber o quanto nosso espetáculo tem ido aos interiores.

Aqui links da apresentação em Pesqueira:

Fotos:

 http://www.nacaocultural.pe.gov.br/espetaculo-teatral-pobres-de-marre-8-festa-da-renascenca1

Vídeo:

http://www.nacaocultural.pe.gov.br/espetaculo-teatral-pobres-de-marre-8-festa-da-renascenca

 

 

 



Escrito por Grupo Carmin às 01h52
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ÚLTIMA TEMPORADA 3 X TEATRO

O  TEMPO  DA  CHUVA

Grupo Beira.

  

 Casa da Ribeira

Dias 27,28 e 29 junho

Info: 3211-7710

 *Promoção Avestruz: ingressos comprados até sexta-feira (27) na Poty Livros e na Casa da Ribeira custam R$14,00 e R$ 7,00 (estudante e assinante Cabo Telecom).

 

 

 

 



Escrito por Grupo Carmin às 16h57
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POBRES DE MARRÉ NO 3 X TEATRO

PRA QUEM NÃO VIU A CHANCE DE VER.

 



Escrito por Grupo Carmin às 23h07
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MIcro Doc Pobres de Marré feito por Mathieu Duvignaud e Buca DAntas.

Escrito por Grupo Carmin às 19h00
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http://farm3.static.flickr.com/2285/2527538519_e978810798_o.gif



Escrito por Grupo Carmin às 16h39
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MARÇO FARTO E DE BOAS NOVAS

Por esse mês de águas e de março nós do Grupo Carmin voltamos a apresentar e viajar com nosso espetáculo Pobres de Marré. Foi uma volta boa, preciosa. Dia 14 fizemos duas apresentações em Juazeiro do Norte e dia 15 mais duas em Fortaleza, tudo dentro do II Festival BNB das Artes Cênicas.  Encontramos amigos e novos amigos cearenses, o que é sempre um bom encontro. De 23 a 31 de março fomos pro Maranhão. Participamos da III Semana do Teatro no Maranhão e nos apresentamos em 3 cidades: Vitória do Mearim (24), Presidente Juscelino (26) e São Luís (29). Esse festival nos proporcionou grandes emoções e muita felicidade.

A III Semana do Teatro no Maranhão foi um precioso espaço de encontros. Muito bom poder trocar com gente que nunca tinham ido ao teatro e ao mesmo tempo com mestres como os atores do Lume, do Vertigem, Luís Carlos Vasconcelos e tantos outros. A equipe que promoveu o festival está de parabéns.  Seria uma alegria imensa poder ter um festival como esse e tantos outros que acontecem no Brasil aqui em Natal. Infelizmente estamos meio que fora de rota de toda essa força. Salve! Salve! Que um dia chega.

           E pra fechar março de 2008 como um mês abençoado, vêm as notícias das águas, das boas águas que banham nossa terra nordestina e enchem nossos açudes de renovação e vida. O seridó tá que é só festa. Viva!!!

 

Março, mês bom de 2008

 



Escrito por Grupo Carmin às 20h43
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CARMIN NA III SEMANA DE TEATRO NO MARANHÃO.

EM TRÊS  APRESENTAÇÕES:

 

24/03    VITÓRIA DO MEARIM

26/03    PRESIDENTE JUSCELINO

29/03    SÃO LUÍS



Escrito por Grupo Carmin às 20h36
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DIÁRIO DO NORDESTE 

 

CADERNO 3 /TEATRO (14/3/2008)

 

Foto: Chiquinho Gadelha

 

Quando o nada é bem muito

 

Grupo Carmin (RN) volta ao Ceará com “Pobres de Marré” na seqüência do II Festival BNB das Artes Cênicas

Há muito o teatro vem rezando pela cartilha de que o menos é sempre mais. São muitos os encenadores responsáveis pelos movimentos de ruptura da chamada cena contemporânea que pregam uma experimentação mais simples, coesa, ancorada num mínimo de elementos.

“Pobres de Marré”, montagem inaugural do Grupo Carmin, de Natal (RN), aposta na economia como matriz criativa. Com direção de Henrique Fontes, também responsável pela composição dramatúrgica do espetáculo, “Pobres de Marré” flagra o cotidiano dos moradores de rua do afamado Bairro da Ribeira, região onde estão localizados os principais teatros da capital potiguar. A partir de um intenso processo de pesquisa nas ruas, as atrizes Titina Medeiros e Quitéria Kelly desenvolveram as partituras e os enredos de seus personagens: as emblemáticas Maria e Dasdô.

Cena naturalista

A princípio, “Pobres de Marré” — até mesmo por uma sugestão do próprio título — parece apontar ou aguçar uma discussão com viés mais social, político, sobre a condição de exclusão que acompanha a rotina dos moradores de rua. Destaque na última edição do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, a peça, no entanto, é o convite ao despertar dos afetos. Em meio ao nada absoluto de seus cotidianos, Maria e Dasdô passam a figurar como alicerces mútuos de suas vidas.

Simples, mas extremamente arrojado no que diz respeito à performance de suas intérpretes, “Pobres de Marré” transforma olhares na medida em que universaliza as tensões dos convívios não programados, mas absolutamente essenciais. Maria e Dasdô são o que são enquanto encontro. Sozinhas, perdem sentido, se esvaem. É justamente aí, no convite ao encontro, que “Pobres de Marré” fisga seus públicos.

Magela Lima
Repórter


Mais informações:

O espetáculo ´Pobres de Marré´, do Grupo Carmin (RN), é atração de hoje, às 16h e 19h, no Centro Cultural Banco do Nordeste de Juazeiro do Norte (Rua São Pedro, 337 - Centro), e amanhã, às 16h e 19h, no Centro Cultural Banco do Nordeste de Fortaleza (Rua Floriano Peixoto, 941 - Centro), dentro do II Festival BNB das Artes Cênicas. Entrada franca. Contatos: (88) 3512 2855 e (85) 3464 3108.

 



Escrito por Grupo Carmin às 19h49
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GRUPO CARMIN VOLTA AO CEARÁ NO ll FESTIVAL BNB DE ARTES CÊNICAS

4 APRESETAÇÕES

14/03 CENTRO CULTURAL BANCO DO NORDESTE - CARIRI - 16 E 19 HS.

15/03 CENTRO CULTURAL BANCO DO NORDESTE - FORTALEZA - 16 E 19 HS.



Escrito por Grupo Carmin às 19h32
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2008

 

ANO DE FORÇA. NASCIMENTO DE CHARLOTTE.

SAÚDE A TODOS. SAÚDE.

 



Escrito por Grupo Carmin às 19h11
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Competir ou competir?

Fortaleza, Ceará | Quarta-Feira | 19 de Setembro de 2007

Chico Gadelha

Festival de Teatro de Guaramiranga inaugura novo formato, sobrepondo a reflexão à velha idéia de competição


O assunto é um só. Por enquanto, artistas e espectadores reunidos para o XIV Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga ainda estão sob o impacto da mudança de formato da mostra. Trocando em miúdos: era uma vez a competição. Nesta mais recente edição, o Festival de Guaramiranga experimenta a estréia da seleção de espetáculos através de curadorias espalhadas por todos os estados nordestinos para compor a programação principal.

A chamada Mostra Nordeste – formada, agora em 2007, por nove montagens – expõe um recorte interessante do panorama regional. Em cena, ressalta os principais nortes criativos do recente teatro nordestino. Nos bastidores, faz sobressair de forma bastante expressiva as principais dificuldades de produção compartilhadas pelos artistas locais. Em seus 14 anos de vida, o Festival de Teatro de Guaramiranga tornou-se referência. É fato. O Nordeste faz questão de ocupar esse palco. A novidade é que, a partir desta edição, a participação no evento ganhou novos critérios, além de apontar, também, para novas respostas.

Todas as companhias selecionadas recebem cachê fixo de R$ 4 mil. Não há mais o frisson da disputa pelos prêmios. Há, sim, a possibilidade de um envolvimento maior entre os artistas e, principalmente, deles com a cidade. Até o próximo dia 22, quando a pequena Guaramiranga dá adeus a mais essa edição do festival, cada uma das trupes escolhidas a Mostra Nordeste realizam atividades paralelas, como oficinas e grupos de trabalho.

Antes e depois

Vindo do Rio Grande do Norte, o Grupo Carmin pode falar com autoridade da nova feição assumida pelo Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga. Classificada para a Mostra Nordeste, a peça “Pobres de Marré” reúne duas atrizes velhas conhecidas do evento. Titina Medeiros, por exemplo, participa do festival pela terceira vez. Em 2004, fazia parte do elenco de “Muito barulho por nada”. Um ano depois, já numa parceria com Quitéria Kelly, trouxe a Guaramiranga o espetáculo “Barra/Shopping”.

Para Titina Medeiros, independente da questão da competição, o Festival de Teatro de Guaramiranga representa um momento de grande aprendizado. “Não falo só de teatro, não. Aqui, a gente vê como uma política pública para a cultura bem executada pode contribuir para o desenvolvido social. Hoje, Guaramiranga tem condições de receber espetáculos que não chegam a muitas capitais do Nordeste. Uma cidade pequena, que naturalmente ficaria de fora do circuito cultural, hoje é estratégica para toda uma região”, argumenta a atriz.

Já Quitéria Kelly acredita que o fim do caráter competitivo potencializa a vocação tradicional do Festival de Guaramiranga. Segundo ela, “uma articulação regional, a possibilidade de fazer contatos e circular internamente”. “Antes, a integração maior dos grupos ficava prejudicada por conta da pressão da competição. É involuntário. Quando o formato da mostra é competitivo, isso acaba gerando um certo conflito e também muita expectativa por conta dos prêmios. Agora, o foco é outro. Arte não é só gostar ou não gostar, ganhar ou não ganhar. O artista tem outras necessidades”, avalia.

“Antes, muita gente que se inscrevia para o Festival de Guaramiranga já vinha com interesse no prêmio, porque os grupos precisavam cobrir os custos. Em 2005, pagamos o transporte do elenco e do cenário ‘Barra/Shopping’ com um prêmio que ganhamos”, completa Titina Medeiros. Por isso, a atriz é convicta de que o festival mudou para melhor. “O desafio agora é aperfeiçoar.

A mostra deixou de lado um dos pontos que mais a prejudicavam e manteve o que era mais interessante, como os debates com profissionais especializados, mas só o tempo é que vai dizer como deve ser o festival”, argumenta.



Escrito por Grupo Carmin às 18h58
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Crítica de Alex de Souza para o site www.nominuto.com publicada em julho de 2007.


 

Os invisíveis

 
 
matyeu Duvignaud
Neste fim de semana, o natalense tem mais uma chance de conferir o espetáculo Pobres de Marré, em curta temporada na Casa da Ribeira. Depois, Titina Medeiros e Quitéria Kelly embarcam para Guaramiranga, no Ceará, para o Festival de Teatro, onde apresentam o espetáculo.

No palco, elas se transformam em Maria e Dasdô. E transformação é mesmo a palavra, se levarmos em conta que as moças estão quase irreconhecíveis na pele das duas moradoras de rua. O rosto de Quitéria é uma máscara expressiva, derramando angústia e desilusão sobre a platéia. Titina me lembrou e muito algumas pessoas com o juízo meio baleado com quem já convivi.

As personagens são pessoas duplamente invisíveis: além de integrarem o que os marxistas chamam de lúmpen proletariado, aqueles indivíduos totalmente à margem da sociedade por estarem fora das forças produtivas, Maria e Dasdô também são loucas de pedra.

A comparação com Samuel Beckett é inevitável, mesmo que involuntária. Foi o que comentamos eu e meu pai, na saída do teatro. Para mim é positiva, afinal melhor dialogar com um grande do que falar besteira sozinho. Potiguares fudidas e mal pagas, Maria e Dasdô não esperam Godot - apenas um emprego ou uma carona de um carroceiro para uma casa que não existe.

De repente, abrir os bolsos e sair de casa para ver pessoas a quem, mesmo sem perceber (ou exatamente por não percebermos), nunca damos a atenção, causou em mim uma sensação diferente do resto da platéia. Enquanto muita gente rachava o bico de rir com situações encenadas, me senti constrangido em achar graça naquilo tudo. Em perceber como pode ser tênue a linha que separa aquelas pessoas de nós. Porque, por mais que o abismo social possa ser evitado, resta o abismo da loucura, esse mais imprevisível e assustador.




Escrito por Grupo Carmin às 18h50
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CURTA TEMPORADA NA CASA DA RIBEIRA

Pra quem não assistiu ainda.

POBRES DE MARRÉ NA CASA DA RIBEIRA em curta temporada.

Dias 27,28 e 29 de JULHO e 03,04 e 05 de AGOSTO.

Sempre ÀS 20 HORAS.

Info. 3211-7710

matyeu duvignaud



Escrito por Grupo Carmin às 18h48
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